A IMPONENTE E EXTREMAMENTE AVANÇADA TECNOLOGIA AÉREA NAZI ORGULHOSAMENTE ATRAVESSANDO OS CÉUS DE LISBOA EM SETEMBRO DE 1936.

Quando em 1927 os alemães no seu “pequeno” hidroavião Junkers faziam a sua passagem pela cidade de lisboa afim de estudarem e desenvolverem uma inovadora carreira aérea comercial para as Américas, passados 9 anos não só já esse objetivo era uma realidade, bem como era efetuado pela maior aeronave alguma vez construída pelo homem, sem que nunca outra tenha ultrapassado esse fabuloso recorde. De facto o imponente dirigível de transporte de passageiros da inovadora empresa Luftschiffbau-Zeppelin era colossal e assustador, mesmo analisado nos dias de hoje.

A propaganda e o domínio mundial Nazi estavam em marcha. Os alemães iniciavam as suas actividades ultra-inovadoras e altamente rentáveis para o desenvolvimento económico do terceiro Reich, e mais uma vez Lisboa estrategicamente colocada estava no mapa das mais importantes rotas aéreas da altura.

Desta imagem, estrategicamente tirada do topo do miradouro do elevador, de Ponsard “ Ouro – Carmo “ pode ver-se o Hindenburg cruzando vagarosamente os céus de Lisboa, onde muitos habitantes que se encontravam na altura no topo das colinas da cidade puderam claramente ouvir o trabalhar dos 4 imponentes motores Daimler-Benz a diesel que tranquilamente dirigiam a colossal aeronave que mais parecia vinda de outro planeta, para o Campo internacional de aterragem que ficava situado em Alverca, onde sobre o auxílio de um pára-quedas iria largar dezenas de quilos de correio no solo.

O Hindenburg era o orgulho do “ Nationalsozialistische Deutche Arbeiterpartei “ e de toda a sua máquina de propaganda que espalhavam o domínio e sentido de poder alemão pelo mundo fora. Apesar de toda a lamentável história que abraça esta radical ideologia, quem teve o privilégio de observar de perto e de sentir e ouvir esta aeronave a cruzar os céus em Lisboa certamente que imaginou que aquilo que visualizava era a imagem do futuro… aquele futuro inimaginável e impossível. Hoje em dia a banalidade das aeronaves a voar é uma constante… naqueles tempos a banalidade era sem dúvida os céus permanentemente vazios…

Texto escrito por Alexandre Nunes

Imagens com direitos de autor

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